quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Você acredita em Papai Noel?

Bem que podia ser...vamos ver como as coisas ficam após o camelódromo, quem sabe um dia a gente vai poder andar na boa pelo centro...

Como diz um camarada que mora em Curitiba (lá não tem camelô!), ele precisa ir pra floripa pra comprar piratão...


Operações no Centro esvaziam calçadas
As ações da Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic) e da BM contra a venda de produtos pirateados no Centro serão permanentes, garantiu o secretário Idenir Cecchim. 'A intenção é devolver o Centro aos porto-alegrenses. As calçadas para pedestres e as ruas para carros.' Em mais de um mês de ações, o diretor de Fiscalização da Smic, Léo Antônio Bulling, destacou que Voluntários da Pátria, Dr. Flores, Marechal Floriano e Vigário José Inácio estão com as calçadas liberadas. 'As pessoas vão sentir a diferença com a aproximação do Natal.'Segundo a Smic, a venda de produtos pirateados caiu em 90% no Centro. Na Voluntários, os camelôs regularizados receberão crachás de identificação. No local, planejado para 70 vendedores ambulantes cadastrados, atuavam 150. Bulling reconheceu que a repressão está provocando movimento migratório e prometeu fiscalização na Assis Brasil.

Camelódromo é para julho de 2008
O Centro Popular de Compras da Praça Rui Barbosa (CPC), o camelódromo aéreo, deverá operar a partir de julho de 2008. A previsão do secretário municipal de Produção, Indústria e Comércio, Idenir Cecchim, refere-se ao cumprimento do cronograma estabelecido para a obra. Ele acredita que nem mesmo a exigência da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) de construção de estacionamento sobre o CPC, com 200 vagas para aliviar o tráfego na região, atrasará a obra. Conforme o secretário, a demanda elevará o custo do empreendimento de cerca de R$ 11,5 milhões para R$ 14 milhões. Cecchim enfatiza que a obra está na fase de conclusão dos buracos para fundações, na Praça Rui Barbosa, e, paralelamente, de confecção dos pré-moldados em Erechim para a edificação. Com a mudança de linhas de ônibus do Centro, terão início preparativos para as fundações no Terminal Tamandaré, trecho da Júlio de Castilhos até a Mauá. A construção do CPC integra o plano de revitalização da área central da Capital e visa alojar, em 800 espaços, de 900 a 950 camelôs que atuam no Centro, que passarão a ser chamados de comerciantes populares. Cecchim destaca que a população já pode identificar os camelôs que irão para o CPC através de credenciais, o que, da mesma forma, facilitará a identificação dos ambulantes que trabalham ilegalmente na região. 'A partir da entrada em operação do CPC, nenhum camelô poderá atuar em ruas e calçadas do Centro', avisa Cecchim.

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