sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Portais

Como é que vai ficar a Cidade Baixa com o portal no Zumbi dos Palmares?

A Prefeitura parece irredutível na localização dos portais das cidades. Apesar das Associações de Moradores da área demonstrarem constantemente o descontentamento sobre a instalação do grande paradão de ônibus em umas das áreas habitacionais mais agitadas da cidade.

A cidade baixa virou point da noite e é sempre legal circular, caminhar comer um sorvete e tal mas, este agito trouxe um lado ruim: guardadores de carro, assaltos, sequestros-relampâgo e moradores de rua...muitos.

Com certeza os portais devem agregar sinergia a esta migração para a cidade baixa, é claro que por mais clean que seja o "centro de compras" agregado ao portal, seus arredores devem pipocar de camelos e afins...

Espero ansiosmanente audiências públicas sobre o tema...

Ainda mais com o apoio do Chavez...
Foto da prefeitura em 19/09/2007:
O projeto Portais da Cidade prevê que os ônibus procedentes dos bairros farão a transferência integrada nos três portais para veículos articulados, que circularão por 18 pontos da região central, unindo os Portais por meio dessa linha exclusiva. Nos horários de pico, a circulação será a cada 1min30 e nos outros horários em até 4 minutos. No sistema integrado, os passageiros pagarão uma única passagem pelo sistema de bilhetagem eletrônica. O objetivo é reduzir o número de veículos em circulação no centro, sem prejuízo para o deslocamento dos passageiros, contribuindo para a revitalização do bairro. Hoje, o transporte público em Porto Alegre atende mais de um milhão de passageiros em 33 mil viagens diárias ao centro, mas apenas 30% dos usuários têm como destino final a região central.


no cpovo em 2/09/2007:
O projeto Portais da Cidade pode ganhar em breve um novo aliado para o financiamento da obra, orçada em R$ 300 milhões. A proposta é defendida pela Prefeitura de Porto Alegre como a solução viável e sustentável para solucionar os engarrafamentos de ônibus, reduzir a emissão de poluentes, com menos coletivos circulando no Centro e o uso de combustíveis renováveis.

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